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No período em que vivemos, onde tanto se fala do sector imobiliário e do investimento nesta área, há que ter muita atenção à tributação envolvida.

Portugal é um país amplamente conhecido entre os seus habitantes por “Ladrão”, devido à alta carga fiscal existente. Todos sabemos que a fiscalidade se baseia em exigências de satisfação das necessidades económicas de carácter público e que por isso nos devíamos sentir solidários ao pagar impostos, no entanto isso não acontece.

O sector imobiliário não foge à regra e, como tal, devemos pensar muito bem em como proceder ao investimento de maneira a conseguirmos um maior lucro. Uma análise de investimento é fulcral.

Tenho algum capital e estou a pensar em investir? A tributação neste campo varia muito de caso para caso e por isso muitas questões me deverão passar pela cabeça.

IS, IRS, IRC, IMT, IMI, IVA...

Será que devo investir como pessoa singular? Ou o melhor será criar uma sociedade comercial?

Devo arranjar capital estrangeiro? Ou não compensa o esforço?

Serão os fundos de investimento imobiliário uma boa opção? Ou mesmo as SIGI (sociedades de investimento de gestão imobiliária)?

Isenções? Quantos anos?

Investir é algo que não deve ser decidido de ânimo leve, muito menos no imobiliário. E por isso estas e muitas outras perguntas devem surgir na nossa cabeça de maneira a diminuir o risco de perda de capital.

“Neste mundo nada pode ser dado como certo, à excepção da morte e dos impostos.”, Benjamin Franklin.
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